Entre a dor e o prazer o Vitor chegou!

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Este é um relato que ajuda edificar muito este projeto, e o propósito dele.

Eu conheci a Karllen e o Guilherme quando eles estavam com 7/8 meses de  gestação, se não me engano, conversamos sobre o projeto, que basicamente tenta levar a luz da informação sobre a humanização do nascimento para outras pessoas, eles aceitaram participar e hoje publico com muita alegria e ao mesmo tempo com muita dor este relato!

Alegria porque o Vitor nasceu, porque ele é bebê muito feliz e saudável, porque passamos momentos maravilhosos com a Karllen, em seu trabalho de parto em casa, porque ela saiu de toda essa experiência ainda mais forte, porque tenho certeza que este relato não passará em branco. E a maior lição dele é, nós precisamos urgentemente mudar a forma como os nossos bebês chegam ao mundo, precisamos urgentemente mudar a forma como tem-se conduzido o trabalho de parto e parto em nossos hospitais!

E dor porque nem tudo saiu como ela queria, como ela sonhava, como todo ser humano deveria ser acolhido e respeitado. Dor porque este momento para o qual ela se preparou tanto, foi por água abaixo quando chegou ao hospital e foi recepcionada por uma equipe que deixou muito a desejar no quesito respeito e acolhimento à parturiente.

Como era um hospital público, eu não pude continuar o registro fotográfico, mas mesmo assim, este é um caso que merece muito estar aqui, que merece ser lido por muitas pessoas, para que todos possam ver que a necessidade de humanizar o parto é urgente! Que não existem hospitais humanizados, pois não se humaniza paredes, existem hospitais que tem profissionais humanizados ou não, profissionais que respeitam o outro e a sua individualidade ou não, que tem empatia pelo outro ou não, que sabem conduzir um trabalho de parto, parto ou cesariana de forma não mecânica ou não, profissionais que trabalham calcados em medicina baseada em evidências científicas ou não.

Mas a para que a humanização no nascimento possa cada vez mais se tornar uma realidade no sistema hospitalar é preciso também que aconteça uma pressão da sociedade, é preciso que mulheres e homens se conscientizem, se empoderem, se informem, estudem, e façam valer seus direitos!

Agora o relato maravilhoso da Karllen, que farão vocês entender porque eu falei tudo o que falei.

Meu nome é Karllen, tenho 22 anos, meu marido é Guilherme e tem 23 anos. Nossa gravidez foi uma surpresa, mas resultado de um amor imenso que temos um pelo outro. Foi um acontecimento que mudou nossas vidas para melhor. Sou uma pessoa questionadora, sempre procuro fugir do óbvio e aquele papo de que cesárea era sempre a melhor opção nunca me convenceu mesmo antes de “entrar” para esse mundo.

Meu marido e os padrinhos, a princípio eram a favor da cesárea para que eu não sentisse dor. Eu sabia que que queria normal, só isso. Comecei a pesquisar, foi quando vimos o filme Renascimento do Parto, que mudou completamente minha vida, mas ao mesmo tempo me deixou profundamente angustiada porque pensei “nunca vou conseguir ter meu filho em casa, isso parece ser impossível”. Começamos a procurar equipes em Curitiba e percebemos que Curitiba é um atraso quando o assunto é parto humanizado/domiciliar, poucas opções, quase nenhum hospital, poucas equipes, pouca informação sobre o assunto na internet.

Foi quando conhecemos a Equipe Empodera em uma roda de gestante. Nos apaixonamos. Nos sentimos em casa e mesmo com o valor, que para o nosso bolso era alto, decidimos que iríamos fazer o possível e o impossível para ter nosso filho, Vitor, em casa. Deus foi nos abençoando e conseguimos o valor, nosso sonho estava praticamente realizado. Agora só faltava a parte final, esperar a natureza agir, parir e ter o Vitor em meus braços.

Entrei em pródromos três dias antes do trabalho de parto, sentia contrações espaçadas e irregulares. Foi quando dia 30 de maio, em um Sábado, a tarde comecei a entrar em trabalho de parto. Minha “vódrasta”, que teve 7 filhos em casa, chegou com um chá de Santa Maria e me mandou tomar banho, eu obedeci e foi maravilhoso, aquele banho renovou minhas forças, já que eu não tinha conseguido dormir a noite.  Avisei as meninas do Empodera, Carla e Deise,  elas vieram à minha casa, as pessoas que escolhi para estarem lá começaram a chegar, os padrinhos, minha sogra, minha mãe, a Marcinha (fotógrafa) e tudo começou a ser preparado.

Eu estava confiante. Eu tinha certeza que ia parir e que iria aguentar. Meu marido tinha a mesma certeza. Vivemos a gestação intensamente e ele estava pronto para parir comigo. Estávamos empoderados! Às 18h eu já tinha 7 cm de dilatação, mas pedi que não me contassem, não queria ficar ansiosa.

Dançamos, comemos, rimos e o trabalho de parto foi ficando mais intenso, mas eu estava feliz. Chorava de alegria. Sentia que o Vitor estava trabalhando junto comigo. Eu sentia ele empurrando e procurando caminho, não existe melhor sensação no MUNDO inteiro, do que poder sentir seu filho QUERENDO nascer. Minha alma estava sendo lavada. Se toda mulher passasse por isso, veria o parto normal com outros olhos, ninguém iria agendar uma cesárea desnecessária.

O tempo foi passando,  eu sentia os puxos e fazia força. Eu sentia e fazia força. Minha bolsa não rompeu e eu me perguntava “quando?” mas nunca que desistiria. Já tinha dilatação total. Ele estava encaixado. “Por que não descia?” eu pensava. Decidimos estourar a bolsa para agilizar.

Foi quando minha Enfermeira Obstetra Deise, após minha autorização, realizou o toque e viu que a cabeça estava encaixada, mas para o lado errado. Ela não iria descer. Esperamos a próxima contração e ela tentou virá-lo, mas não conseguiu. Decidimos juntos  que tentaríamos por mais 40 min, ele estava bem, batimentos cardíacos dentro do normal, mas caso não descesse, iríamos para o hospital.

Ele não desceu. Fomos para a Maternidade do Bairro Novo, do SUS, às 4h da manhã.

Escolhemos este hospital por ser o mais “humanizado” de Curitiba. Fomos aconselhados a não contar que estávamos tentando o parto domiciliar para evitar que alguém nos maltratasse (sim, existe isso). A médica que nos atendeu parecia cansada e mal humorada, sem vontade nenhuma de nos atender, após ela realizar a triagem me enviou para o quarto, onde tinha chuveiro, bolas, utensílios para massagem e uma enfermeira muito amorosa e atenciosa nos atendeu. Como elas ainda não sabiam o que estavam acontecendo, continuamos tentando, ainda tínhamos esperança de que algo fizesse ele descer. Fui para o chuveiro, usei as bolas de parto e a enfermeira apenas me observava. Pedi água. Ela me olhou com cara de pena e gaguejou pra me dizer “me desculpe, não posso te dar água…” e eu me espantei, como assim as mulheres não podiam beber água? Na entrada do quarto havia uma placa com os dizeres “A OMS indica que toda gestante tem direito à beber líquidos durante do trabalho de parto”, mas a enfermeira me disse, acanhada, de que aquela era uma luta dentro do hospital, onde os médicos ainda proibiam que as mulheres bebessem líquidos durante o parto. E foi aí que comecei a duvidar, do hospital que era referência em “humanização” em Curitiba.

Enquanto isso meu marido estava conversando com a médica sobre as intervenções que não queríamos (colírio, sucção, episiotomia, etc.), ela ficou espantada porque ele sabia tanto e estava firme sobre o assunto. Ele voltou para o quarto e eu fiquei na posição de quatro apoios, fazendo uma força que parecia em vão, foi quando ele me alertou sobre algo escuro que estava na minha vagina e pedimos pra enfermeira ver o que era. Ela disse que parecia a cabeça e eu comecei a agradecer a Deus. Ela perguntou se poderia fazer o toque e eu permiti, só queria que o Vitor nascesse logo, foi então que para a minha decepção ela disse que era um edema e que a cabeça estava ainda muito alta, preferiu chamar a médica.

A médica chegou, dessa vez mais simpática e disse que iria me ajudar. Eu não sentia mais o Vitor lutar. Eu estava cansada. Ele não empurrava mais. Minha ocitocina diminuía e com isso as contrações também. Ela fez o toque e disse o que já sabíamos “a cabeça dele está entalada para o lado errado” mas que iria tentar virá-lo, que sabia que eu queria ter parto normal e que iria me ajudar. Os batimentos cardíacos dele estavam ótimos e podíamos tentar mais.

Enquanto eu fazia força a cada pequena contração para que ela tentasse virá-lo, nos intervalos ela ficava me questionando sobre o colírio e dizendo o quanto era importante, perguntando várias vezes também se estávamos tentando parto domiciliar, o que me deixou mais tensa e nervosa. Começamos a regredir. Tentamos por meia hora. Fomos para a sala de cirurgia.

Aquela sala fria e assustadora, nada familiar. Tentamos mais um pouco e nada. Decidimos pelo uso da ocitocina. Cinco ampolas na veia. Nunca senti nada tão horrível. Contrações intensas e ininterruptas, sentia que ia sair do meu próprio corpo. Fiz força. Mais do que achei que poderia fazer. Meu marido ficou chocado com a situação e saiu da sala porque não aguentava mais me ver daquele jeito. Lá fora, avisaram pra ele que seria cesárea e ele achou que não conseguiria assistir por não aguentar ver sangue, então ele decidiu pedir a nossa placenta pra segunda médica que iria me operar. Ela o chamou de louco e disse que jamais faria isso. Sorte nossa que a enfermeira que fazia o carimbo no hospital disse que iria ajudá-lo e pegaria a placenta.

A segunda médica entrou na sala, não se apresentou, colocou as luvas e enfiou a mão em mim. Eu me virei e disse “Oi, quem é você?”, a primeira doutora disse “Essa é a doutora Fulana” e ela me deu um sorriso amarelo. Ela tentou por mais duas vezes e disse “não dá, é cesárea”. A primeira médica me olhou com um olhar de pena e disse “eu tentei de tudo, mas agora não dá mais” e eu aceitei. Apesar da dor, do tempo e do cansaço eu estava tranquila e sabia que era uma cesárea necessária, que estava na hora do Vitor nascer.

Achei que não poderia piorar, foi quando chegou a anestesista. Grossa. Estúpida. Me dizendo que eu deveria me controlar pra que ela aplicasse a anestesia (como se eu quisesse ter ficado daquele jeito). Quando me deitei, começaram a me amarrar e eu questionei a enfermeira dizendo que eu não iria fugir. Ela me olhou com tristeza e disse que infelizmente era o procedimento do hospital, mas deixou um dos braços bem frouxos. Depois de amarrada, cansada e anestesiada, a segunda médica começou a me questionar do por que eu queria levar a placenta e eu disse que era a MINHA placenta, mas ela começou a falar tanto que me cansou e eu deixei de respondê-la. Foi quando me dei conta que estava sozinha e comecei a gritar pelo meu marido, ela simplesmente virou pra mim e disse que ele não viria. Comecei a gritar dizendo que era meu direito. Ela, bem grossa, disse que  não estava impedindo e que ele não estava ali porque não queria estar. Eu continuei gritando o nome dele e uma enfermeira se compadeceu indo até ele e explicando que ele não iria ver o sangue.

Ele voltou chorando e sentou ao meu lado pedindo desculpas, ficamos nos olhando em silêncio, chorando. Comecei a consolá-lo dizendo que passamos pela melhor parte que era o trabalho de parto, que o Vitor estava na hora dele e que iria nascer maduro, PRONTO! Que tentamos de tudo e que a cesárea era necessária.  Voltamos para o silêncio. De repente, a anestesista começa a subir em mim, empurrando minha barriga. Sim, fizeram a manobra de Kristeller em mim, na cesárea. E eu me espantei. Minhas costelas estavam doendo. Perguntei do por que daquilo tudo e ela me respondeu friamente “estou fazendo a força que você deveria ter feito para seu filho nascer” e repetiu o procedimento mais duas vezes. Eu não tinha mais forças, nem palavras, eu tinha me tornado refém. Deitada e amarrada sem poder agir, sem poder parir, me perguntando como uma pessoa daquela era médica. Foi quando, friamente, ouvimos “nasceu”. Assim, sem graça nem entusiamo. Guilherme, meu marido, me disse que ela só mostrou pra ele rapidamente e já entregou na mão da pediatra. Eu comecei a gritar pedindo pra ver meu filho, que era meu direito e ele gritava junto comigo. Mandaram meu marido ficar calmo que ele precisava passar pelos procedimentos e nos ignoraram. A mesma enfermeira que foi chamá-lo pra ficar comigo se compadeceu novamente e tirou o Vitor do colo da pediatra para me mostrar. Ela trouxe ele meio acanhada, era nítido o medo dela por ter feito aquilo. Eu chorava pedindo pra que encostasse ele em mim. Ele estava sujo e cheio de sangue e eu passava meu rosto nele, chorando. Não durou nem um minuto e a enfermeira se desculpou, dizendo que precisava levá-lo.

Virei pro meu marido e pedi pra que ele acompanhasse ele, que não o abandonasse e ficasse alerta sobre as intervenções. Ele se foi e eu fiquei ali, sendo costurada e me perguntando “por que eu?”. Justo eu, que queria fazer tudo certo, passando por tudo isso, sendo tão desrespeitada. A anestesista começou a preparar um soro pra mim e veio furar minha mão sem a menor delicadeza, eu avisei ela que estava me machucando, mas ela disse que tinha pressa. Perguntei sobre o soro, se eu estava bem, se tinha acontecido alguma complicação e ela me repreendeu “você não pode ser assim, não pode ficar perguntando o tempo todo!” e eu disse à ela que não custava ela me dizer, pra eu saber se estava bem, mas ela respondeu que custava sim e custava minha vida (como se ela realmente estivesse preocupada). Quando acabou, ela começou a me explicar que era para que a minha barriga não ficasse “babando”.

Não entendi nada. Mas também não me importava mais. Meu marido volta, com o Vitor nos braços, chorando de alegria me dizendo que era a minha cara. Perguntei a ele sobre os procedimentos e ele disse que ficou ao lado do Vitor o tempo todo, que não permitiu a sucção, mesmo a pediatra insistindo. Ele ficou ali ao meu lado me mostrando meu lindo filho.

Aproveitei uma das mãos frouxas, me soltei para acariciá-lo. Veio uma enfermeira dizendo que eles não poderiam ficar ali para não atrapalharem as médicas. A anestesista viu minha mão desamarrada e ficou possessa de raiva, me dizendo que eu era teimosa, que não poderia ser assim e apertou as amarras até me machucar.

Tinha acabado. Vieram as enfermeiras me limpar e me trocar de maca. Fui levada para o corredor. Me sentia morta. Meu marido chegou, mas o Vitor não estava com ele. Uma enfermeira pegou dizendo que precisava limpá-lo novamente, mas que seria rápido. Logo depois ela chegou e eu dei de mamar. Não tivemos nenhuma dificuldade, ele mamou como se já tivesse feito aquilo antes e eu só sentia alegria por ele estar ali.

Na maternidade, olhava para as mulheres do parto normal, se levantando, pegando seus bebês e eu ali, sem sentir minhas pernas. Não consigo entender como alguém escolhe isso.

Na saída do hospital pedimos o prontuário. Alguns dias depois recebi uma ligação, a médica queria me fazer desistir de pegar o prontuário “eu sei que é um direito seu, mas vamos gastar dinheiro imprimindo tantas páginas”.

Me convenceu a pegar apenas a página do pezinho com o nome da equipe que “fez” o meu parto, eu aceitei, só queria o nome das médicas. Foi quando li “não foi aspirado, foi aspirado”. Ele tinha sido aspirado. Chorei. Até ali tinha acreditado que pelo menos isso tínhamos evitado, mas estava errada.

Não nos respeitaram em NADA. Os cartazes e slogans de humanização, uma mentira. Para o parto normal, é melhor que os outros hospitais, mas para a cesárea ainda é um retrocesso, é desumano.

Eu faria tudo de novo porque não fiz nada de errado. Tomei todas as decisões certas. Minha luta e minha dor não é pela cesárea, o que mais me doeu foi a forma como me trataram. Independente da via de parto, é preciso humanização. Aprendi que a vida é imprevisível, assim como o parto, mas que precisamos nos PERMITIR viver essa imprevisibilidade. Se não, qual o sentido de viver? Aprendi que é preciso permitir-se cortar-se no inverno para florescer na primavera. Sou feliz porque permiti que meu filho escolhesse nascer quando estivesse pronto e desde então, luto para que nosso país melhore a recepção de novas vidas.

Acredito fielmente que para mudar o mundo é preciso mudar a forma de nascer e para mudar a forma de nascer, é preciso INFORMAÇÃO.

Karllen Louise

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10 respostas em “Entre a dor e o prazer o Vitor chegou!

  1. Estou chocada, conheci uma enfermeira obstetra da Maternidade Bairro Novo, me disse que se eu aparecer no hospital em trabalho de parto eles fariam o parto humanizado, depois desse relato fica difícil acreditar nisso. E a data é tão recente.. Vou me consultar com o Dr. Álvaro Silveira Neto, dizem q é humanizado, alguém saberia dizer se ele é humanizado msmo ou é só rótulo, como a Maternidade Bairro Novo? Confiar no ser humano tá dureza, precisamos de mais paciência e amor. Obrigada pelo relato e agradeço sua força, como mãe acredito que suas ações em lutar pelo que acredita podem gerar mudanças, as pessoas envolvidas podem não te-la respeitado, mas a semente foi plantada e a consciência há de cobrar!

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    • Se você chegar sem complicações, parindo, no Bairro Novo é possível ter um parto humanizado. Você pode chegar e pedir pra ser atendida apenas pelas enfermeiras. As enfermeiras lá são uns amores. Principalmente a Isabella e a Patrícia. Mas caso você tenha complicações e precise dos médicos, daí a humanização vai ser questão de sorte mesmo. Dentre os hospitais de Curitiba, lá é o “melhorzinho”, o atendimento na maternidade é ótimo. Sou vegetariana e pedi comida sem carne e eles foram super atenciosos com isso. Mas, boa hora e boa sorte pra você! Também conheço muitas mães que escolheram o Dr. Álvaro e foram felizes na escolha.

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  2. Queria saber se uma das médicas que atendeu vc é a Jamille? Eu estou de 39 semanas e após uma consulta de emergência lá hoje saí muito chateada pela forma como ela me atendeu.. o descaso.. A grosseria.. fiquei sem palavras.. todas as vezes que precisei de atendimento lá fui muito bem atendida.. e justo agora no finalzinho levei um banho de água fria..
    pela primeira vez estou realmente com medo do parto..

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